22.6.10

semiótica,

me

seu
braço
,
abraço
de
sutiã
,
de
colo
livre
ou
de
terno
,
abraço
terno
,
eterno
.
cheio
de
ternura
e
gastura
de
saber
,
de
saber
demais
.
de
saber
que
entre
eu
e
o
mundo

você
preenche
.

Um comentário:

Layse Moraes disse...

e se eu te disser que tenho esse poema teu há uns mil anos na minha pastinha de coisas-bonitas? pois sim. tão bonito. adoro um monte.
cheira a leminski, mas é fernanda, meus caros.